quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Filmes suecos - Livistid - Prime ( Liza Marklund )

Assistir Prime Time Legendado Online

 Já conhecem o cinema sueco? Ja viram alguns filmes ou series? Eu comecei com esses dois, se eu achar outros postarei para vcs....nao tenho mto que falar, se parece bem com as series alemaes que vemos ( eles adoram series policiais aqui)
Sinopse:
Em assistir  Prime Time Legendado online Dez pessoas estão em um castelo abandonado para gravação de um programa de Tv.. Na manhã seguinte, Michelle Carlsson, estrela principal do programa, é morta a tiros. A repórter Annika Bengtzon é enviada para investigar o assassinato e descobre que sua melhor amiga Anne Snapphanevagen é uma dos dez suspeitos em Assistir Prime
http://www.videozer.com.br/assistir-prime-time-legendado-online/


 Assistir Livstid Legendado Online
Quando David Lindholm, policial mais famoso da Suécia, é encontrado morto na cama, sua jovem esposa Julia é imediatamente colocada sob suspeita. Julia é ameaçada de prisão perpétua por assassinato, no entanto nega a acusação e sente falta de seu marido e do filho de quatro anos de idade, Alexander, que foi sequestrado. Enquanto a vida desmorona, Annika aprofunda-se no passado violento do policial assassinado. Finalmente, há duas questões fundamentais. Se Julia está mentindo: Onde é que ela está escondendo Alexander? Se ela está dizendo a verdade: Quem realizou o sequestro?


 http://www.videozer.com.br/assistir-livstid-legendado-online/

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Séries: Person of Interest (Jim Caviezel- Michael Emerson), Perception (Eric McCormack - Kelly Rowan)

Person Of Interest
O Sr. Finch é um bilionário misterioso que desenvolveu um programa de computador que prevê vítimas de crimes no futuro. Finch contrata Reese, um ex-agente da CIA, que se presumia estar morto, para ajudar a impedir esses crimes, usando os recursos e tecnologia de Finch e as habilidades e conhecimento de Reese.

Nota: Gosto muito dessa série, tem lá as mensagens que devemos cuidar, porem...hj em dia, vai sempre encontrá-las em todas as séries, filmes, livros, videos, novelas etc etc. Voce precisa assistir mais do que dois capítulos para comecar a entender e gostar da série - de a vc uma chance e tente assistir a primeira temporada...na metade já vai estar apaixonada. A voz quente, calma e baixa do Sr, Reese, o mistério por trás da máquina, a policial que deseja ser correta num mundo incorreto, o gordo e estranho policial corrupto...para nao estragar surpresas nao falarei mais nada!  "Person of interest "quer dizer - suspeito
Bom divertimento!
  O site é maravilhoso, visite-o, salve-o nos seus favoritos. Nao tenho convenio com nenhum site, ou blog que recomendo - gosto desse pq nao possue propagandas.
http://www.videobbseries.net/person-of-interest.html

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NOTA: Perception é uma série com diálogos inteligentes, com as mensagens que já citei acima, mas que acaba também trazendo informacoes, algumas com pretensoes...e que cabe a cada um que assisti-la perceber, discernir e analisar o conteudo das mesmas. A percepcao delas; de como estao inseridas e o que (ou quem) elas querem atingir, cada um que assistir, vai percebendo com o desenvolver da serie - mas, qual a série, filme, novela ou qualquer outro meio que eles usam para alcancar a massa está livre de mensagens - qual desses meios que nao é pretensioso - ou que deseje formar ideias, padroes, mudar comportamentos, manipular o social, mental, ou emocional das pessoas, qual?
Os primeiros epsodios da 1° temporada me agradaram mais do que os seguintes, mesmo assim, espero pela segunda temporada com ansiedade....

http://www.videobbseries.net/perception.html

Rollenname Schauspieler Synchronsprecher[6]
John Reese Jim Caviezel Nicolas Böll
Detective Joss Carter Taraji P. Henson Vera Teltz
Detective Lionel Fusco Kevin Chapman Lutz Schnell
Harold Finch Michael Emerson Udo Schenk
Elias (alias Charlie Burton) Enrico Colantoni Detlef Bierstedt
Jessica Arndt Susan Misner Antje von der Ahe
Nathan C. Ingram Brett Cullen Stefan Staudinger
Will Ingram Michael Stahl-David Björn Schalla
Zoe Morgan Paige Turco Claudia Lössl
Mark Snow Michael Kelly Peter Flechtner
o elenco eu tirei da :http://de.wikipedia.org/wiki/Person_of_Interest

Perception 1º Temporada


Perception
N

a história, Eric interpreta o Dr. Geoffrey Pierce, um neurocientista excêntrico, que utiliza sua capacidade de compreender o comportamento humano e o funcionamento do cérebro para auxiliar os federais na solução de casos complexos. Pierce trabalha diretamente com Kate Rossi (Rachel Leigh Cook), agente do FBI, sua ex-aluna, que teve a ideia de recrutá-lo para trabalhar com o governo.
Além de resolver crimes, Pierce também dá aulas em faculdades. A única forma de conseguir realizar as duas tarefas é mantendo Max Lewicki (Arjay Smith) como seu professor assistente. No elenco também está Kelly Rowan, como Natalie Vincent, a melhor amiga de Pierce, por ser a única a se igualar ao seu intel

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Série Weeds (Mary-Louise Parker) Série Inglesa "Marchlands",

WEEDS
Essa é a 8 temporada, o site abaixo, que coloquei link da outra serie, tem todas as outras temporadas. Mas, salva esse link desse site, pois ele tem sempre links que oferecem boa imagem e nao possue muitas propagandas como o site abaixo. Essa série possue várias coisas que eu nao gosto, muitas mensagens negativas, muitos padroes que nunca deveriam ser mostrado, mas...infelizmente ela mostra o que nossa sociedade possue (com ajuda de filmes, series, shows, artistas, hoje nossa sociedade é o que é), enfim...é engracada, faz chorar, voce vai se apaixonar por essa família.
Mas mostra coisas que devemos estar atentas e nao deixar nossos filhos assistirem....
abaixo a sinopse do site






É uma comédia de humor negro que conta a história do fictício subúrbio de Agrestic, na Califórnia, e de seus moradores, onde alguns deles estão envolvidos na distribuição e consumo de maconha. É o caso de Nancy Botwin (Mary-Louise Parker). O marido dela morre sem lhe deixar nenhum dinheiro e para sustentar a família, Nancy começa a comercializar drogas entre os moradores e surpreende-se com o número de conhecidos que se tornam consumidores; entre eles o seu advogado, Dean Hodes e seu contador, Doug Wilson.







 serie inglesa com apenas 5 epsodios

Descrição:

Assistir Marchlands 1 Temporada Dublado, Legendado, Download, Baixar, Online, A minissérie conta a história de três famílias diferentes vivendo na mesma cada em três períodos diferentes, em 1968, 1987 e 2010. As três famílias estão ligadas pelo espírito de uma jovem garota que morreu de circunstâncias misteriosas em 1967.

http://www.seriesvideobb.com/2012/08/assistir-marchlands-1-temporada-dublado.html

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Series inglesas legendadas: Hunted (com Melissa George), Line of duty,


 Assistir Hunted 1 Temporada Dublado e Legendado

Descrição:

Assistir Hunted 1 Season, Temporada, Dublado, Legendado, Download, Baixar, Episódios, Sinopse: A série é centrada em Samantha Hunter (Melissa George, de The Slap e In Treatment), uma agente de campo que trabalha em uma agência de particular de inteligência. Após sobreviver a um atentado, ela descobre que os mandantes podem ser membros de seu próprio grupo. Ela resolve manter segredo de suas suspeitas e continuar trabalhando para a empresa para descobrir a verdade.

 

 

 

 

 

http://www.seriesvideobb.com/2012/10/assistir-hunted-1-temporada-dublado-e.html

 

Assistir Line Of Duty 1 Temporada Dublado e Legendado Online

Assistir Line Of Duty 1 Temporada Dublado e Legendado

Descrição:

Assistir Line Of Duty 1 Temporada Dublado, Legendado, Download, Baixar, Online, Durante uma ação de combate ao terrorismo, o oficial Steve Arnott (Martin Compston) é transferido para a unidade AC-12, departamento que se dedica a combater a corrupção policial. Sob as ordens do superintendente Ted Hastings (Adrian Dunbar) ele forma parceria com a detetive Kate Fleming (Vicky McClure, de This Is England ’86). Os dois são designados a investigar acusações de corrupção feitas contra o Inspetor Chefe Tony Gates (Lennie James, de Jericho), um membro muito popular da força policial.
Gates é um inspetor chefe que comanda a melhor equipe da polícia, na qual atuam os detetives Matthew Cottan (Craig Parkinson, de In With Flynns) e Nigel Morton (Neil Morrissey, de Men Behaving Badly). Considerado um profissional dedicado e pai de família, Gates se torna alvo de Hastings quando esse começa a desconfiar de sua eficiência. Para Hastings, Gates seleciona apenas os casos que são possíveis de ter uma solução positiva dentro de um prazo e mão de obra viável, cumprindo assim a meta de seu departamento.

http://www.seriesvideobb.com/2012/07/assistir-line-of-duty-1-temporada.html

Desarmamento e genocídios (turcos-armenios, contra os kukaks na ucrania, Mao Tse-Tung desarmou a populacao p/matar e controlar)


Desarmamento e genocídios Gary North No dia 24 de abril deste ano, o primeiro genocídio do século XX completará 98 anos: o governo turco dizimou mais de um milhão de armênios desarmados. A palavra-chave da frase é justamente esta última: "desarmados".

 Os turcos escaparam de uma condenação mundial porque utilizaram a desculpa de tudo ter sido uma 'medida de guerra'. Findada a Primeira Guerra Mundial, eles não sofrerem nenhuma represália por este ato de genocídio.
É como se o governo turco não houvesse conduzido absolutamente nenhuma medida de homicídio em massa contra um povo pacífico.
Outros governos perceberam que o ardil funcionara e rapidamente tomaram nota do fato.
Era um precedente internacional conveniente demais para ser ignorado. Setenta e nove anos após o início daquele genocídio, o famoso Hotel Ruanda abriu as portas. Os Hutus também se safaram. Ironicamente, pelo menos uma década antes do massacre em Ruanda — gostaria de me lembrar da data exata -, a revista americana Harper's publicou um artigo em que profetizava com acurácia este genocídio, e por uma razão muito simples: os Hutus tinham metralhadoras; os Tutsis, não. O artigo foi escrito em um formato de parábola, sem se preocupar em fazer previsões especificamente políticas. Lembro-me vivamente de, ao ler aquele artigo, ter imediatamente pensado:

"Se eu fosse um Tutsi, emigraria o mais rápido possível". O fato é que, em todo o século XX, não foi um bom negócio ser um civil. As chances sempre estavam contra você. Péssimas notícias para os civis Tornou-se um lugar comum dizer que o século XX, mais do que qualquer outro século na história conhecida da humanidade, foi o século da desumanidade do homem para com o homem. Embora esta frase seja memorável, ela é um tanto enganosa. Para ser mais acurada, o certo seria modificá-la para "o século da desumanidade dos governos para com civis desarmados". No caso do genocídio, no entanto, tal prática não pode ser facilmente descartada como sendo um dano colateral imposto a um inimigo de guerra. Trata-se de extermínio deliberado.

O século XX começou oficialmente do dia 1º de janeiro de 1901. Naquela época, uma grande guerra já estava em andamento; portanto, vamos começar por ela. Mais especificamente, era a guerra iniciada pelos EUA contra as Filipinas, cujos cidadãos haviam sido acometidos da ingênua noção de que a libertação da Espanha não implicava uma nova colonização pelos EUA. Os presidentes americanos William McKinley e Theodore Roosevelt enviaram 126.000 tropas para as Filipinas para ensinar àquele povo uma lição sobre a moderna geopolítica. Os EUA haviam comprado as Filipinas da Espanha por US$20 milhões em dezembro de 1898. O fato de que os filipinos haviam declarado independência seis meses antes dessa compra era irrelevante. Um negócio é um negócio.

Aqueles que estavam sendo comprado não podiam dizer nada a respeito, muito menos protestar. Naquela época, era uma prática comum fazer a contagem de corpos dos combatentes inimigos. A estimativa oficial foi de 16.000 mortos. Algumas estimativas não-oficiais falam em aproximadamente 20.000. Para os civis, tanto naquela época quanto hoje, não há estimativas oficiais. O número mais baixo fala em 250.000 mortos. A estimativa mais alta é de um milhão. E então veio a Primeira Guerra Mundial e as comportas foram abertas — ou melhor, os banhos de sangue foram institucionalizados. Turquia, 1915 O genocídio armênio de 1915 foi precedido por uma limpeza étnica parcial, a qual durou dois anos, 1895—97. Aproximadamente 200.000 armênios foram executados. Os armênios eram facilmente identificáveis. Alguns séculos antes, os invasores turcos otomanos os haviam forçado a acrescentar o "ian/yan" aos seus sobrenomes.
Como os armênios estavam dispersos por todo o império, eles não possuíam o mesmo tipo de concentração geográfica que outros cristãos possuíam na Grécia e nos Bálcãs. Eles nunca organizaram uma força armada para oferecer resistência. E foi isso o que os levou à destruição. Eles não tinham como lutar e resistir. Os armênios eram invejados porque eram ricos e mais cultos do que a sociedade dominante. Eles eram os empreendedores do Império Otomano.

O mesmo ocorreu na Rússia. O mesmo ressentimento existia na Rússia, embora não com a intensidade do ressentimento que existia na Turquia. As estimativas não-turcas falam em algo entre 800.000 e 1,5 milhão de armênios mortos. Embora a maioria destes homicídios tenha ocorrido com o uso de baixa tecnologia, os métodos eram extremamente eficazes.
O exército capturava centenas ou milhares de civis, levava-os até áreas desertas e inóspitas, e os deixava lá até que literalmente morressem de fome.
O nome Arnold Toynbee é bem conhecido. Já na década de 1950 ele era um dos mais eminentes historiadores do planeta. Seu estudo, compilado em 12 volumes (1934—61), sobre 26 civilizações não possui precedentes em sua amplitude.

Sua obra O Tratamento dos Armênios no Império Otomano foi sua primeira grande publicação. Por que algumas organizações armênias não dão ampla divulgação e notoriedade a este documento é algo que me escapa completamente. O livro está em domínio público. A seção a seguir, que está na Parte VI, "As Deportações de 1915: Procedimento", é iluminadora. Leia-a com atenção.
Trata-se do aspecto crucial de todo o genocídio. O governo confiscou as armas dos cidadãos. Um decreto foi expedido ordenando que todos os armênios fossem desarmados. Os armênios que serviam no exército foram retirados das fileiras combatentes, reagrupados em batalhões especiais de trabalho, e colocados para construir fortificações e estradas. O desarmamento da população civil ficou a cargo das autoridades locais.

Um reino de terror foi instaurado em todos os centros administrativos. As autoridades exigiram a produção de uma quantidade estipulada de armas.
Aqueles que não conseguissem cumprir as metas eram torturados, frequentemente com requintes satânicos; aqueles que, em vez de produzir, adquirissem armas para repassá-las ao governo — comprando de seus vizinhos muçulmanos ou adquirindo por qualquer outro meio —, eram aprisionados por conspiração contra o governo.
Poucos desses eram jovens, pois a maioria dos jovens havia sido recrutada para servir o estado. A maioria era de homens mais velhos, homens de posse e líderes da comunidade armênia, e tornou-se claro que a inquisição das armas estava sendo utilizada como um disfarce para privar a comunidade de seus líderes naturais.

Medidas similares haviam precedido os massacres de 1895—96, e um mau presságio se espalhou por todo o povo armênio. "Em uma certa noite de inverno", escreveu uma testemunha estrangeira desses eventos, "o governo enviou soldados para invadir as casas de absolutamente todos os armênios, agredindo as famílias e exigindo que todas as armas fossem entregues. Essa ação foi como um dobre de finados para vários corações".

Desarmamento Lênin desarmou os russos. Stalin cometeu genocídio contra os kulaks ucranianos durante a década de 1930. Pelos menos seis milhões de pessoas foram mortas. Como mostrou a organização Jews for the Preservation of Firearms Ownership (Judeus pela Preservacao da Propriedade de Armas de Fogo), o modelo do Decreto do Controle de Armas de 1968 nos EUA — até mesmo as palavras e o fraseado — foi copiado da legislação de 1938 de Hitler, a qual, por sua vez, era uma revisão da lei de 1928 aprovada pela República de Weimar. Uma boa introdução a esta história politicamente incorreta da história do controle de armas pode ser vista aqui.

Quando as tropas de Mao Tsé-Tung invadiam um vilarejo, elas capturavam os ricos. Em seguida, elas ofereciam a devolução das vítimas em troca de dinheiro. As vítimas eram libertadas quando o pagamento fosse efetuado. Mais tarde, o governo voltou a sequestrar essas mesmas pessoas, só que desta vez exigindo armas como resgate.
Ato contínuo, assim que as armas eram entregues, as vítimas eram libertadas. Essa mudança de postura — exigir armas em vez de dinheiro — fez com que a negociação parecesse razoável para as famílias das próximas vítimas.
 Porém, tão logo o governo se apossou de todas as armas de uma comunidade, os aprisionamentos e as execuções em massa começaram.
A ideia de que o indivíduo tem o direito à autodefesa era tão comum e difundida no século XVIII que ela foi escrita na Constituição americana: a segunda emenda. Carroll Quigley, eminente historiador e teórico da evolução das civilizações, era também um especialista na história do uso de armas pela população.

Ele escreveu um livro de 1.000 páginas sobre o uso de armas como meio de defesa durante a Idade Média. Em sua obra Tragedy and Hope (1966), ele argumenta que a Revolução Americana foi bem sucedida porque os americanos possuíam armas de poder de fogo comparável àquelas em posse das tropas britânicas.

Foi exatamente por isso, disse ele, que houve toda uma série de revoltas contra governos despóticos em todo o século XVIII. Tão logo as armas em posse do governo se tornaram superiores, os movimentos e manifestações em prol da redução do tamanho do estado deixaram de ter o mesmo êxito que haviam tido nos séculos anteriores. Há uma razão por que os governos são tão empenhados em desarmar seus cidadãos: eles querem manter seu monopólio da violência a todo custo. A ideia de haver cidadãos armados é apavorante para a maioria dos políticos. Afinal, para que serve um monopólio se ele não pode ser exercido?

Cidadãos armados impõem um limite natural à tirania do estado. Conclusão Genocídios acontecem. Mas não há genocídio quando os alvos estão armados. Fonte: Instituto Ludwig von Mises Divulgação: www.juliosevero.com Leitura recomendada: Suíça: cidadãos são livres para portar armas Os suíços têm a ideia certa sobre armas de fogo
Como deter a matança dos inocentes A esquerda maléfica e as crianças massacradas Menina de 12 anos em casa sozinha usa arma da família para atirar em intruso A diferença entre a brasileira e a americana

O Rio e o Velho Oeste: artigo especial de Julio Severo sobre a necessidade de defesa armada Escritor evangélico fala sobre defesa armada Número de assassinatos no Brasil é mais elevado do que em zonas mundiais de guerra
Quem foi o primeiro esquerdista? Genizah, Ultimato e Rio de Paz: Alianças que atrapalham o testemunho cristão e ajudam políticas socialistas de desarmamento

Julio Severo disse... Gente, temos de nos preocupar com essa questão, pois uma das das maiores organizações desarmamentistas do Brasil é um grupo calvinista (que envergonharia Calvino) chamado Rio de Paz, presidido por um pastor presbiteriano: Genizah, Ultimato e Rio de Paz: Alianças que atrapalham o testemunho cristão e ajudam políticas socialistas de desarmamento sexta-feira, 04 janeiro, 2013

http://juliosevero.blogspot.de/2013/01/desarmamento-e-genocidios.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+JulioSevero+%28Julio+Severo%29

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Séries inglesas -Maxine Peake/ Matthew McNulty - Room At The Top Parade’s End - drama romance



guardian.co.uk

http://www.seriesvideobb.com/2012/10/assistir-room-at-top-1-temporada.html 

 Assistir Room At The Top 1 Temporada Legendado

 Sinopse: Refilmagem para a BBC em dois episódios do clássico filme de 1959 (Almas em Leilão) com Simone Signoret e Laurence Harvey, vencedor de 2 Oscars (melhor atriz e melhor roteiro). Situada na década de 1940, em Yorkshire, a história acompanha a trajetória de Joe Lampton (Matthew McNulty), um homem que nasceu na classe operária mas que, ao longo do caminho, conseguiu subir na vida. Durante a guerra, Joe trabalhou como contador em um campo de prisioneiros da Alemanha. Com o fim do conflito, ele volta para a Inglaterra, escolhendo a cidade de Warley para viver. Ambicioso, ele arranja um emprego na prefeitura e logo começa a fazer parte da alta sociedade e a se infiltrar no meio político local.


 Buscando um bom casamento, Joe se envolve com Alice Aisgill (Maxine Peake, de Silk), uma mulher dez anos mais velha, casada com um revendedor de automóveis. Como sua mentora, ela o aconselha a se casar com Susan Brown (Jenna-Louise Coleman, de Doctor Who), filha do advogado Brown (Kevin McNally), o homem mais rico e poderoso de Warley. O problema é que ela namora Jack Wales (Theo James), outro jovem rico. Assim, com a ajuda de Alice, Joe arma um plano para conquistar a jovem.
 http://www.seriesvideobb.com/2012/10/assistir-room-at-top-1-temporada.html


 

foto:fanpop.com

Descrição:

Assistir Parade’s End 1 Season, Temporada, Dublado, Legendado, Download, Baixar, Episódios, Sinopse: Situada durante o período da 1ª Guerra Mundial, a história narra a vida de Christopher Tietjens, um passivo e conservador aristocrata inglês casado com Sylvia, uma mulher ambiciosa que mantém casos extraconjugais. Quando Christopher parte para a guerra ele conhece Valentine Wannop, uma jovem feminista que se torna parte do triângulo amoroso.

http://www.seriesvideobb.com/2012/09/assistir-parades-end-1-temporada.html

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Parte 89° Um homem arabe para chamar de seu, um amante berbere Fri e Addi - "Pele e alma"

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Ter sido a mulher que Addi amou, foi para mim a concepção da exatidão - se eu duvidava que algo podia ser tão exato, tão preciso e tão perfeito, essa duvida foi eliminada quando eu pude finalmente perceber e aceitar que eu fui seu amor -  a mulher que ele escolheu e que não precisou seguir nenhum padrão além dos seus próprios padrões d´alma - sua escolha, seu desejo, nascido espontaneamente da alma, sem interferências externas do sistema.
O amor daquele homem foi tão suave e tão delicado... e ao mesmo tempo tão seguro, determinado e forte!


  
Marrocos

  Foi uma estranha situação, obriga-lo a me deixar dormir sozinha, mas eu não fazia isso por sentir  estar zangada com ele, ou ter algo contra ele - ao contrario - queria protege-lo do meu desequilíbrio emocional.
Na verdade não era desequilíbrio emocional, eu estava lutando contra o que o meu íntimo perfeito não aceitava: a imperfeição que vivenciamos nesse mundo.

 
Para me explicar melhor vou dar um ex: algumas pessoas me acham chata, sem graça; pois não fumo, não curto festas, não bebo, não gosto de fazer compras, não gosto de chocolate, não gosto de carnaval,. café, samba, filmes de terror- zumbi, etc... não sou religiosa, não celebro datas do sistema; nem mesmo meu aniversario, não gosto de nada desse mundo (tirando a natureza e sua beleza superficial - pois mesmo a natureza não é bela quando a olhamos profundamente - a natureza, como tudo nesse mundo é carne comendo carne) - então, as pessoas me acham chata, e não me acham interessante pois não curto as coisas que o sistema oferece e todos aceitam numa boa.
Elas sempre tentaram e tentam me fazer sentir horrível por causa disso.

Já  me senti como elas queriam que eu me sentisse - Mal - .muito MAL  por ser assim;  por não ser como elas são e como elas queriam que eu também fosse - até que um dia eu pensei:
-Hei, elas é quem são chatas e sem graças e nada interessantes - porque eu devo aceitar o rótulo (os muitos que nos dão qdo não aceitamos ou fazemos as coisas que todos fazem ou aceitam ), que sou Eu o que elas querem que eu seja, somente porque não sou igual a todas - por eu não seguir outros como gado obedecendo comando e indo pro pasto?

Ordens de outros que simplesmente se dizem superiores, meus donos, meus chefes, meus deuses, meus guias - por que devo aceitar o que os outros querem? Porque estou dentro de um sistema? ah é?

Por acaso esse sistema me dá tudo de graça? não, ao contrario, eu e todos nós, nos matamos para sustentá-lo.
Se quisermos viver aqui, temos que pagar por tudo; comer, beber, respirar, nascer, morrer, pela segurança (que pensamos que existe, mas é apenas uma ilusão), trabalhamos como escravos para consumir o que o sistema inventa que precisamos  "comprar, trabalhar e comprar de novo, num círculo vicioso até morrer" - e assim vamos fazendo tudo que ele nos diz e obriga - simplesmente porque temos medo de perder "a segurança" que (ele) parece nos dar.

O sistema tinha sim que nos oferecer condições para vivermos dentro dele, mas a coisa está invertida...somos nós que vivemos escravizados dentro dele; e pior e que  pensamos que somos livres,  muitos ainda agradecem por tudo que conseguem aqui - se soubessem que pagam por coisas que deveria ser do direito de todos.
Lembrei agora de uma coisa - pensa no IPTU que vc paga, ou numa casa que compra, você paga pelo terreno pro governo - por que um governo pode dizer que é  dono da terra? por que alguém diz q é um rei e dono de terras? desde quando nascemos e trazemos conosco a fatura e registros de compras de pedaços do planeta?
O mesmo acontece com as musicas que muitas gravadoras dizem deter os direitos e nos cobram multas se as copiamos para ouvir - eles mesmo pegaram as músicas de outras pessoas, se apossaram delas e dizem ter direitos - procura na net mais informações sobre como aconteceu, bem lá atrás, não falo das musicas novas tipo Lady Gaga e outros do gênero - pega informações de como começou essa estória de direitos sobre músicas e outras coisas - se eu achar o site que li tentarei traduzir para vocês perceberem o jogo.

Olha gente,  as leis que nos regem - que dizem que é justa - que faz justiça, e nos obriga a andar na linha,  ela mesma possui brechas nas suas regras que permitem coisas ilícitas acontecerem  - eles chamam isso de estar na fronteira da legalidade - vou contar a vocês em outro post um exemplo disso, que acontece diariamente na Alemanha, e claro que acontece pelo mundo todo - sobre como alguém pode roubar e prejudicar  outros legalmente e a lei não pune porque esta ainda dentro da maldita fronteira da legalidade com a ilegalidade (dentro dos paramentos legais)- não posso viver num mundo, assim  para mim o que é certo precisa ser 100% certo, senão não é certo e sim errado.
 
Eu sempre saio do assunto da postagem, pois preciso colocar meu raciocinio mais claro, somente assim, sinto que me expliquei bem - desculpem se escrevo demais - esse é um habito que tenho desde nova.



Marrocos
Acordei no meio da noite, de sobressalto - respirei fundo, buscando tanto ar quanto eu pudesse ter- abri meus olhos, parecia que tinha sido levada para o fundo de um calabouço e sufocada por algum tipo com mãos pesadas e sujas - um alguém, no sonho, um sonho pesado provocado por ter ido dormir estressada e confusa, me apertava o pescoço, me puxava para baixo de onde eu só sentia que não conseguia escapar.

Addi também acordou, despertado por minha respiração ofegante e sobressalto.
Ele me abraçou e me protegeu - como sempre - ele estava ali para me acalmar...eu me entreguei ao calor confortante de seu abraço, relaxei com sua presença protetora, me acalmei plenamente protegida por aquele homem que sempre estava presente quando eu precisava.
Eu ouvia seu coração - aquele rítmo me era tão familiar, aquele som me era tão pacífico.
Ele não perguntava nada, mas me dizia tanto com sua atitude, me dava tantas respostas com sua atenção e afeto que sempre procurava mostrar naturalmente.

Zelosa presença de Addi, que hoje em dia tanto me falta, nunca há de ser esquecida, mas sempre sentida.
Eu não precisei pedir a ele para continuar ali comigo, simplesmente ficamos, como se antes não tivéssemos dormido separados. Na verdade ele esteve presente toda a noite a me observar, sentado na poltrona, cochilando sem conforto - preocupou-se por mim...como sempre muito se preocupava.
 

Pela manha acordei e ele não estava.
Ouvi vozes vindo debaixo da casa.
Fui ao banheiro e comecei a me preparar e depois descer e participar do dia junto com quem mais na casa estivesse.
Pensava que talvez Faridah estava conosco, não sabia se ela viria para nossa casa, ou se tinha preferido ficar na casa do meu sogro, não na casa ao lado, mas na outra casa dele em outra cidade.
Não queria deixar nenhum clima ruim,eu  não queria transmitir nenhum mal estar a ninguém, afinal quando fomos seus hóspedes ela nos recepcionou tão bem, nos tratou tão amorosamente.
Banho tomado, roupa limpa e confortável para o dia, desci para me juntar a eles.
Mas, quando cheguei na cozinha vi que somente Addi e Nazira estavam conversando.

- good morning!  I thought I had heard voice of other people!
-( bom dia! Eu pensei que eu tinha ouvido a voz de outra pessoa!)
  
Enquanto eu os cumprimentava, peguei a mão de Addi que ele me estendeu, assim que percebeu minha presença - me puxou pro seu colo. Nazira me cumprimentou com alegria e vibrante como sempre gesticulava enquanto falava.
Ela me contava que sim, havia uma outra pessoa com eles. Era uma das mocas que ela tinha trazido para Addi entrevistar e confirmar se aceitava-a pros serviços domésticos. Ela queria o cargo de copeira que iria ajudá-la todos os dias.
Addi me dizia que ele confiava na Nazira e seu julgamento - ele havia dado carta branca a ela para que ela escolhesse quem ela sentisse que estava mais apta para o serviço.
Nazira não queria que elas dormissem na casa, eu achei isso muito severo, pois para mim seria melhor se uma delas permanecesse na casa.
Então, após ouvir minha opinião ele olhou para Nazira como se dissesse - agora é com vocês duas - e se foi. Achou melhor nos deixar discutindo essas coisas, me beijou e foi para outro aposento telefonar para a mãe, queria também saber o que Faridah tinha decidido - ficar na casa da família dela, na casa dos pais do Addi, ou vir passar um tempo conosco. 


 
De tardinha

Faridah não viria ficar conosco, nem ficaria também na casa dos pais do Addi, ela explicou que deveria passar um tempo com a família, pois depois não sabia quando voltaria a vê-los.
Assim que o pai de sua criança chegasse, ela iria para sempre viver sua vida com ela. Uma das condições do seu grande amor, era que ela não aceitasse a fortuna da família, teria que viver apenas com o que eles ganhassem...Addi, discordou, ele considerou que esse dinheiro não seria para uso inútil e poderia ao contrário ser muito favorável.
Eles não precisavam usar esse dinheiro com coisas supérfluas, mas sim usá-lo para beneficio de outras pessoas e dos planos deles pro futuro.
Porém, cada uma tem sua maneira de ver a vida, o rapaz não pensava assim, e ela concordou em seguir a vida ao lado dele - deixando para trás toda a fortuna; mas manteria contato com a família normalmente, apenas não usufruiria mais dos bens da família.
 

Nazira tinha saído para cidade comprar algumas coisas que faltavam para o preparo do prato que Addi tinha-lhe pedido para fazer, ele estava com saudades de sua comida...confesso que eu também gostava muito dos pratos saborosos da Nazira, era ótima cozinheira.


Addi tinha ido pro mar - eu conseguia vê-lo da sacada do nosso quarto - nadava extraordinariamente.
Fiquei a fitá-lo durante muito tempo com um aperto no meu peito, não sabia de onde estava vindo aquele aperto - mas não demorou muito comecei a perceber, vinham dos meus pensamentos, que foram puxados para os acontecimentos na Turquia, nas palavras da mini-megera.

E quanto mais eu o olhava; com toda sua beleza, com todo sua esplêndida figura e caráter me questionei mais e mais se deveria permanecer na vida daquele homem.
 
Não sei porque pensei em mexer nas coisas dele de novo. O quarto secreto continuava a me encher de curiosidade, mas naquele momento eu queria verificar o que ele tinha na sua parte do closet.
Nunca tinha nem mesmo verificado quantas roupas ele tinha, quantas coisas ele possui - volta e meia pegava alguma coisa para ele -  mas nunca tive aquela curiosidade de mexer nas caixas, nas embalagens fechadas, na coleção de relógios e outras caixas e gavetas que não fossem as que estavam mais visíveis ou mais a mão.
Olhei mais uma vez para ele, continuava na praia...ele precisava do mar...eu também, precisava daquele ar, daquela imagem que me dava tanta paz, mas naquele momento toda minha atenção estava voltada a mexer nas coisas dele.
Não é de mim fazer isso, mas mesmo que eu fizesse não estava fazendo nada que ele tenha me proibido.
Então, puxei uma poltrona, puxei-a ate que ficasse embaixo de uma prateleira alta e alcancei algumas caixas,
depois de tanto esforço para retirar algumas, dei por mim que havia uma escada embutida ao lado de umas das laterais do closet - ai! como eu podia viver ali se nunca xeretei a casa nos mínimos detalhes?

Eu digo por que - primeiro por que não sabia se era certo, não me sentia ainda completamente no direito de esposa que ele me atribuía sempre.
Segundo: porque minha atenção estava sempre voltada pro quarto secreto.
Terceira: porque era, na maior parte do tempo, feliz com ele, assim não tinha motivos para vasculhar a casa sem estar na sua companhia.

Abri uma das caixas e la estavam alguns relógios Rolex, naquela caixa estavam apenas os Rolex, nunca o tinha visto usando nenhum deles, pelo jeito ele não os tinha comprado. Talvez ganhou dos pais - ou os usava apenas em ocasiões muito necessárias, não parecia apreciá-los muito.

Addi, não era o tipo que gostava de ostentar riqueza 24 horas, ao contrario - então, pelo visto aqueles Rolex iriam mofar muito mais tempo dentro daquela caixa - estavam todos em ordem, dentro de suas respectivas caixas, abri uns 3 deles e desistir de continuar a vê-los.

Numa outra caixa, toda de alumínio, caixa muito linda e trabalhada haviam coisas que não consegui distinguir o que eram, estavam fechados, organizados - eram objetos intrigantes -  lembrei do Tanaka, seriam aquelas coisas algo criado por ele?
 Depois de ter duas delas nas mãos, também desistir de continuar a buscar mais detalhes e as guardei.

Uma caixa grande me chamou atenção - eu a peguei, linda, linda! não deu para não admirá-la, que caixa linda! somente a caixa já tinha muito valor; no design, qualidade e acabamento - e dentro dela haviam outras caixas, todas fechadas, mas não lacradas.

Peguei uma delas, no tamanho e formato de uma caixa de sapato, a decoração da caixa era bem árabe, muita cor, ouro, relevo - enfim, eu abri e dentro pude ver várias fotos.
Lembrei de quando nos primeiros dias na casa dele, encontrei fotos em CDs, por que aquelas estavam ali, teriam já sido passadas pros CDs, teriam sido esquecidas, ou elas iriam ter outro fim?

Por que aquelas fotos estavam ali?  junto estavam também algumas medalhas; natação, judô, entre tantas outras - esportes e modalidades esportivas que ele praticou.
Achei estranho, pois havia visto algumas no escritório, pode ser que la estavam apenas as que ele recebeu quando já mais adulto...essas eram de quando ele era bem criança e também quando adolescente.

Com certeza algumas coisas do tempo em que ele era apenas um moleque que ele não queria exibir muito, ou deve ter trazido da casa dos pais quando mudou-se para casa da praia e não teve tempo de organizá-las.

Peguei as fotos; em uma das fotos estava ele com Louise, mas quase não pude reconhece-la.
Ambos estavam bem criancinhas, noutras ele com primos que não tive tempo de conhece-los, a família  era grande e eu não fiquei tempo suficiente para conhecer todos pessoalmente.
Senti uma certa alegria de conhecer um pouco mais sobre sua infância, sobre sua família.
Lá estava ele, com aquele ar de bondade e aura iluminada, com aqueles olhos cheio de amor - que não mudou nada quando se tornou adulto.

Uma foto maior estava ele com uma prima, me lembrei dela, já tinha visto aquela moca - uma das primas que foi obrigada a casar com um homem que não amava.
Ele já havia me contado sobre ela, e o quanto sentia por todo sofrimento que ela passara.
Eles eram primos muito unidos e podíamos ver que isso vinha já dos tempo de crianças.
Noutra foto estava ele na casa da família com algumas meninas, ele devia estar com seus 17 anos.
Uma das mocas era sua irmã mais velha, e as outras deveriam ser amigas dela ou dele.
Uma delas sentava bem próximo dele, o olhava com ternura, enquanto que ele mantinha seus olhos para câmera e sorria.
 Não parecia se importar com nada mais a não ser para quem os fotografava.

Quantas mulheres o havia desejado, quantas ainda o desejavam - Oh! ele podia ser feliz com uma delas, poderia fazer uma linda família, ter seus filhos - todos que quisesse sem se preocupar com o tempo.

Eu não tinha direito de tirar isso dele, se eu ficasse com ele, eu poderia faze-lo feliz? sim, talvez, ou talvez não como dizia a menina na Turquia.
Nunca teríamos a paz do tempo, eu viveria sempre muitos anos a sua frente, ainda que quando juntos parecia que nossas idades não influenciava, o tempo seria implacável para comigo.
 

Se fosse ao contrário - eu homem mais velho e ele mulher mais nova, nada disso iria afligir-me, pois que a nossa sociedade não cobra isso dos homens - sem contar que a própria mulher tem o tempo diferente dos homens, nos envelhecemos mais rapidamente.
Somos mais resistentes do que eles para muitas coisas, mas eles envelhecem mais devagar do que a gente.

Suspirei...de novo me sufocava com meu próprio senso critico, senso que sempre era demais severo para comigo.
Sufocada, triste, me dirigi pro banheiro - lavei meu rosto que não estava suado e nem sujo, mas me pesava como se tivesse quilos de poeira, lavei mais de uma vez e me olhei novamente no espelho.
Meu reflexo continuava a me mostrar uma mulher que comecei a exteriorizar desde os últimos acontecimentos na Turquia, mas que não tinham nascida ali - a imagem dessa mulher vinha de muito tempo atrás.

Agora ela estava em ação, foi acionada pela palavras daquela garota, e eu não sabia mais como parar a exteriorização daquela Fri, como estancar o nascimento dessa imagem amargurada, cheia de tristeza, negação e infelicidade?

Fui de volta para sacada e ele já estava voltando a casa - me senti envergonhada, não queria que ele me visse naquele estado, não queria que ele me tocasse - não seria a Fri dele, mas aquela mulher amargurada que ele iria tocar.
Peguei um casaco, e as chaves da casa do pai dele, escrevi a ele um bilhete
eu dizia que não podia mais suporta aquela situação, não estava a altura dele, de seu mundo, sua posição social, e pedi a ele um tempo sozinha . e sai pela outra parte da casa, antes que chegasse a casa.
 

 Eu abri a porta da parte secreta do jardim que tinha no banheiro da casa do pai dele, e por lá entrei.
Não acendi as luzes centrais, apenas alguns abajures - aquela casa me trazia tão boas memórias, eu gostava muito de sua atmosfera, decoração e energia, mas não tanto quanto a que vivíamos.

Tirei a roupa enquanto andava - fui deixando-as espalhadas pelo meu caminho.
Lágrimas descontroladas e quentes corriam pela minha face, eu estava livre para chorar -então chorei.
Deixei sair tudo que me apertava...chorei o quanto pude debruçada sobre a cama  que um dia ele preparou com colchão de rosas...me levantei e fui ate a janela, olhava a paisagem e chorava.
A paisagem estava agora toda molhada por minhas lágrimas triste, paisagem linda manchada pela minha dor...abandonei aquela visão, voltei-me pro espelho, olhei para aquela minha imagem

- Oh!Fri, o que você tem que sempre as coisas são tão difíceis e, você tão sozinha para enfrenta-las?
Por que tinha que ser eu a viver aquilo tudo?
Me sentia tão responsável se um dia ele viesse a sofrer ou sentir qualquer tristeza um dia - eu sofria por antecipação, eu sei - mas não consegui um equilíbrio no meu intimo, não depois de tudo que passei na Turquia.

Preparei a banheira e me banhei, esfregava-me como se quisesse arrancar a pele que me contornava o físico, machucando-me para me libertar do que nem mesmo eu sabia o que me prendia.
E fiquei ali - murcha, machucada e chocada...antes que acabasse por cochilar e me afogar, sai do banho e me vesti...não queria ficar ali, precisa de ar.

Fui para praia - sentei-me em frente ao mar...já estava escurecendo, mas ainda podia ver um navio distante e parado...podia ainda ver e ouvir os pássaros...mas logo chegaria a noite e o frio aumentaria.
Pelo menos para mim, o frio das noites marroquinas me eram muito forte.
E pensei que deveria ir para casa antes do escurecer e me aquecer confortavelmente na cama, sozinha e abandonada em meus pensamentos - sim, pensar até achar uma resposta que pacificasse meu coração aflito
E quando pensei em me levantar e ir embora eu ouvi sua voz
Voltei meu rosto e o vi caminhando em minha direção envolto em um lençol.

Chegando perto de mim deixou o lençol cair e disse

-I'm here Fri, free from all material things that you judge are between us and divise us, I'm all yours, take me now and dont say anything else...
(Estou aqui Fri, livre de todas as coisas materiais que você julga que estão entre nós, e que nos divide, eu sou todo seu, me aceita e não diga mais nada ...)

Ele se desnudou de todas as coisas materiais; roupas, acessórios, e veio para mim nu como nasceu - me propôs: vamos embora, vamos viver com o que possamos ganhar, eu trabalharei e com meu suor do rosto, dia a dia, sol a sol proverei nosso sustento, farei o que for preciso para te provar que posso viver com você de qualquer maneira, rico ou pobre, o que me importa e estar contigo.

Mas, antes você deve se lembrar que o dinheiro nunca foi por mim usado para beneficio próprio egoisticamente,  desde cedo aprendi que o melhor destino para ele e usa-lo a favor do bem.
E usei-o para benefícios sociais - claro que vivo dele, mas não da maneira que as pessoas costumam usar ou desejam tê-lo e usa-lo. Você me conhece um pouco Fri, todo o tempo que estivemos juntos com certeza você pode conhecer o que sou, o que penso, ou ainda não?

Ele tinha lido o bilhete, sabia que eu me sentia mal por tudo que passei, sabia que  de vez enquanto eu entrava em choque com minha nova presença feminina - cada dia a nova mulher iria amadurecer.
Sentou-se ao meu lado, nos enrolou no lençol...eu não consegui dizer nada - mas ficamos a fitar o mar.
Antes de escurecer completamente voltamos a casa - tínhamos muito que conversar e sentir

Continua...


 




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