The days seem to drag on, nightislurkingbehindthewalls. The time is hidden in the void of nothingness ( inside a big emptness). Everything seems belost, hidden,empt. Nothingwantsto beresponsibleforthe events thathe and Ilived and live. The meaningof lifethatgives meaningtolife,suddenlyhas nomoreshape,nolonger fitsinside thefeelingthatI experiencenow. I'm as a shell closed in myself ( I feel like that ). I noticed that I got chains with wrong feelings and happenings of life and in the life who or what is the responsibile for all we lived and live? Dont tell me please that we are who chose,I chose all! I just dont accept this theorie. Bec I know a bit more of the Life truth- the game in the life, but of course i dont argument this with nobody, bec when we try to say something different of what is commum we re ridiculed. I just know that never I could chose some bad to myself because I love me as I love others, but first of all I love me and bec it Ican love others... So how I could chose some bad to me, to myself???
Andso assurethose that love himselfandlovesothersnotchooseevilorto him ortoanyone! Each time Im sure that nothing happens for the chances of life. One movement, or force or something with another name planned/plan and executed all as one script done for all life ( for all people and all things) in this world. And because it we lost many chances to live really HAPPINESS LOVE UNION SATISFATION PLEASURE and to experiment the love between us as it was to be.
Do you believe that isyou who chooseto livethe pain,misery,abandonment,separation, etc.? The system that we lived done everyonebelieveso,so muchthatthey repeatedthatwe are responsibleforeveryevilthat is embeddedin ourlives. Alwaysa lierepeatedbecomesatrue!
I suffered a lot in my life because a silly game of the system that we live in.
Fri
Os dias parecem se arrastar, as noites se espreitam atras dos muros,o tempo se esconde no vazio do nada ( dentro de um grande vazio, imenso). Tudo parece perdido, escondido, vazio!
Nada quer ser responsavel pelos acontecimentos que eu e ele vivemos antes e agora! O sentido davidaque dásentidoàvida, de repentenão temmaisforma,já nãose encaixa dentrodosentimentoqueeu sintoagora. Eume sinto como uma conchafechadoem mim mesma. Percebi que estou e estive acorrentadacomsentimentos eacontecimentos errados da vidae na vida, quem ou o que éoresponsavel por tudo que vivemos.
Por favor, nao me diga que somos nos que escolhemos, que fui eu que escolhi !
Eu simplesmente nao aceito essa teoria, por saber muitas coisas da vida ( o jogo da vida, do sistema)que nao debatemos no dia a dia, pois qualquer coisa que falamos e formos contra as regras do comum, acabamos por ser ridicularizados.
Eu simplesmente me amo e nao escolheria nada de ruim para eu mesma vivenciar, eu me amo, assim como amo aos outros, mas para ama-los primeiramente tive que me amar, e por isso garanto quem se ama e ama outrens nao escolhe mal nem para si nem para ninguem! Cada dia,eu estoumais segurade quenadaaconteceporacaso navida. Ummovimento, ouforçaou algocomoutronomeplaneja, planejoueexecuta todos os acontecimentos na vida comoumscriptfeitopara todos (individulamente e geral) nesse mundo. E por causa disso deixamos de experimentar com a expansao do amor varios sentimentos que deveriamos experimentar sem passar pelas pontes da dor. Mas, eles nos fizeram crer que e nossa escolha...uma mentira sempre repetida se torna uma verdade Tudo que sofri nessa vida e por causa do jogo que o sistema em que vivemos nos oferece !
Estátua feita de granito preto com o rosto de antigo faraó Amenhotep III foi encontrada no Egito
Um grupo de arqueólogos egípcios e europeus descobriu duas estátuas do rei Amenhotep III, que governou o Egito aproximadamente 3,4 mil anos atrás, disse nesta quinta-feira o Supremo Conselho da Antigüidade. As relíquias foram encontradas na cidade de Luxor, no Egito. O arqueólogo-chefe Zahi Hawaas disse em um comunicado que a primeira estátua foi feita de granito preto. Já a segunda representa o rei pela forma de esfinge, a figura com a cabeça de um homem e o corpo de leão. Amenhotep III governava em uma era na qual ocorria um renascimento das artes egípcias. Ele foi sucedido pelo seu filho Akhenaten, o faraó do culto ao sol, tido por alguns como o primeiro no mundo a estabelecer uma religião monoteísta.
Hoje vou adiantar para voces que recebi de uma so vez tantas revelacoes, de sentimentos e atitudes que Tarek me revelou. Mas, esperou tanto tempo para fazer, e agora, tarde demais....too late!
Estou ainda em choque com tudo q me contou, se tivesse feito antes, nossas vidas seriam diferentes, nunca teriamos nos separado, se tivesse tido a coragem que teve agora, para assumir erros, se abrir, e por causa de orgulho e preconceitos nos colocou numa prisao perpetua, onde o amor ficou preso na eternidade, no limbo, num tempo em que sabemos q ele existe, mas nao pode ser mais vivido. Amigas, amanha ou mais tarde dou continuidade, pois estou sem folego, falta-me ar, quero falar tudo, abrir meu coracao, mas uma enxurrada de sentimentos atropela meu raciocinio, estou aturdida, ja chorei, ja sorri, fiquei alegre e muito triste, como podem ver estou confusa.
O Nilo já foi considerado o maior rio do mundo, tendo perdido o posto no século passado para o rio Amazonas, após análises precisas de fotos de satélites que puderam comprovar que o rio brasileiro é 300 km maior. Independente disto, o rio Nilo não perdeu o status que adquiriu ao longo da história - sobretudo durante o Império Egípcio Antigo.
Naquela época, há 4 mil anos atrás, o Nilo era considerado um deus. Sua legitimidade era reforçada pelo milagre de levar água e fartura a um deserto árido e sem vida.
Suas cheias anuais permitiam que as plantações pudessem ocupar um terreno infinitamente maior do que as margens do rio e assim, o Egito se tornou uma potência agrícola, principalmente no cultivo do algodão. Ainda hoje, em diversos pontos do rio existem o "nilômetro", instrumento feito para medir o nível da cheia e fornecer uma informação mais precisa da colheita de cada ano. Isso permitia uma fiscalização mais apurada do recolhimento de impostos sobre esta economia.
Nascido nas montanhas do centro-leste africano, o rio Nilo corta 10 países, percorrendo 6,3 mil kms até desaguar no Mediterrâneo. O trecho mais percorrido é no Egito, de Luxor à Assua, passando pelos templos de Filae, Esna, Kom Ombo e Edfu. As embarcações que navegam ali vão desde as tradicionais felucas até os sofisticados navios, que somam mais de 500 e possuem restaurante, piscina e atividades culturais a bordo.
O cruzeiro no Nilo é um passeio que desperta o interesse em muita gente. Ali é possível observar o cotidiano e a forte ligação que a população tem com o rio e as cidadezinhas que cresceram à sua volta. É surpreendente a resiliência comercial dos egípcios, que enfrentam o rio em pequenas canoas e aproximam-se dos navios para venderem seu artesanato aos turistas. Belas paisagens completam o cenário, sobretudo no pôr-do-sol, um convite agradável para desfrutar as tardes no animado deck.
Os cruzeiros pelo rio Nilo partem de Luxor ou Assuã, tem durabilidade de 4 noites e custam à partir de USD 380 em cabine dupla, com todas as refeições e excursões incluídas. Para se chegar ao Egito, a Turkish Airlines tem vôo a partir de São Paulo com conexão por R$ 2400. O Egito exige visto de turistas brasileiros, que pode ser emitido na chegada ao aeroporto do Cairo ou Luxor por uma taxa de USD 15.
* Fê Costta é graduada em Turismo e já visitou mais de 40 países. Há três anos escreve suas aventuras no blog viaggio-mondo.com
Voce vai chorar muito com esse filme, que por causa de um capricho de uma crianca ferida em seus sentimentos, foi completamente destruido, nao vou contar mais pq quero q vc sinta esse filme profundamente
on: jetzdiewahrheit | Erstellt: 04.12.2010 Retirei o video do canal abaixo, qdo vi a primeira vez foi a versao francesa e depois vi a versao da BBC, uma serie. O filme e lindo, o livro maravilhoso, enfim vale a pena vc assistir esse filme, antigo que te fara pensar nas relacoes, emocoes e comportamentos humanos Aos 23 anos, Constance Reide se casa com o irresistível Clifford Chatterley, universitário de Cambridge, tenente e proprietário de uma mina. A lua-de-mel é breve. Corre o ano de 1917 e Clifford é rapidamente chamado para lutar na guerra. Quando volta do front, é um homem arrasado, condenado a passar o resto da vida numa cadeira de rodas. O jovem casal muda-se para Wragby, uma das propriedades da família Chatterley. Constance relembra a vida de solteira, quando passava o tempo com artistas e estudantes de sua idade e viajava por vários países. Agora ela se sente sozinha e isolada num ambiente rural e entediante. Mas um caçador de animais de classe social inferior desperta o desejo em Lady Chatterley. Parkin não acredita que ela o queira como amante, por ser um homem tão simples. Nova adaptação do clássico romance de D.H. Lawrence.
: A Casa do Lago, traz um romance com um lapso temporal, fazendo com que ambos os personagens corram para que tudo saia extremamente bem. Por: Junior de Barros
Muita interatividade em um só filme. A Casa do Lago, um lançamento não muito recente, traz um romance temporal entre Alex (Keanus Reeves) e Kate (Sandra Bullock). Não muito diferente do que já se foi visto inúmeras vezes, o filme traz uma atmosfera bonita, e uma trilha sonora romântica, porém foge um pouco dos grandes clássicos e cai no fator atual, já que o filme diretamente se passa em 2004 com um personagem e em 2006 com outro personagem. Não nego que antes de assistir o filme, ouvi de inúmeras pessoas, "é o típico filminho, mamão com açúcar, para você se esbaldar de chorar", o que muitos dos meus amigos não sabem é que sou um grande fã de mamão e isso não é fator para o filme ter alguns argumentos á mais para apresentar. Todos os fatores são bem analisados para o sucesso do filme, além do casal romântico que em diversos momentos fica claro que possa não existir um felizes para sempre o lapso temporal acompanhado pelo mesmo cachorro de ambas as partes, deixa mais irreverente o filme, tendo um pouco o clima de comédia romântica e um pouco de suspense também faz com que você se prensa á cadeira do cinema, fazendo com que fique ligado esperando a próxima atitude dos atores. Para Keanus Reeves, não deve ter sido tão difícil, fazer o papel de um arquiteto de sucesso, solteirão e bem sucedido após o filme "Alguém tem que Ceder", apesar de papeis trocados, pois no outro ele era um médico apaixonado pela sua paciente e escritora, Keanus não esbanja tanta interpretação, pois o papel dele é um padrão básico de homem sentimental que fica embasbacado com a situação presente vivida e acaba se apaixonando por uma garota que lhe envia cartas de um local 2 anos a frente do seu tempo atual. Durante todo o filme, você não sabe se eles algum dia se encontrarão. Mesmo afastados pelo tempo, ambos se sentem unidos, sabem e sente a presença de cada um. Sinais são deixados por cada um, em determinados pontos para que dessa forma cada um possa saber que aquilo apesar de absurdo realmente é real. Longe de ser um clássico, vale a pena ser assistido, o que dá um ar a mais pro filme é a idade dos atores, todos já estão na casa dos quarenta, isso fica claro no filme, pois não usaram tanta maquiagem que conseguisse camuflar olheiras, pés de galinhas e alguns detalhes legais da idade. A Casa do Lago é um romance com uma nova linha, posso classificar com um ar mais Softy, mais macio, gostoso de ser degustado, nada de provas e declarações de amor eterno, não estamos tratando de um romance para adolescente e sim para adultos, uma coisa mais sadia para quem conta com uma sensibilidade, acompanhado com a maturidade certa. Posso afirmar que lê não chega a ser provocativo quanto "Closer - Perto Demais", mais segue a mesma linhagem, pra ser sincero sinto que Closer, abriu as portas para uma nova linha de romances holywoodianos. Um aviso para meus amigos leitores das minhas criticas e do site Cranik, assisti o filme, nessa quarta feira, véspera de feriado dia 06/09, em um shooping da periferia da zona leste , por ser quarta e ter um preço acessível a todos, inúmeras pessoas não paravam de falar durante a sessão inteira, atrapalhando a compreensão do filme e lazer de todos. Mesmo com a presença dos funcionários do cinema (Lanterninhas), o grupo não se cessou continuando a conversar e argumentar o filme todo. A minha dica é que mesmo que seja mais caro, procurem outro cinema, longe do padrão popular, as vezes um grupo de adolescentes pode ser o culpado por estragar um excelente filme.
Título Original: The Lake House Gênero: Drama Duração: 105 min. Ano: EUA - 2006 Distribuidora: Warner Bros. Direção: Alejandro Agresti Roteiro: David Auburn
adorei esse filme, a musica, a historia, acho q vc vai gostar tbem se ainda nao o viu
e so procurar no google _ assistir on line a casa do lago, vao aparecer varios sites q permitem vc ver on line - ver on line e melhor que baixar o video pro seu pc
Glen Close, John ;alkovich, Michelle Pfeiffer, Uma Thurman : 182 min retirado do canal abaixo Nao perca esse filme, e uma trama, um jogo de relacoes realmente perigosas, levando a morte pessoas que poderiam estar se enchendo de amor, mas pelo doce prazer da vida e do jogo, algumas delas foram apenas vitimas e marionetes da maldade desses jogos amorosos. Leia mais abaixo cinematecaveja | 21. August 2008 |
Na França do fim do século 18, dois entediados aristocratas -- a marquesa de Merteuil (Glenn Close) e o visconde de Valmont (John Malkovich) -- buscam prazer ao manipular as pessoas a sua volta. Juntos, eles envolvem a recatada madame Tourvel (Michelle Pfeiffer) e a jovem Cécile de Volanges (Uma Thurman) em um jogo de sedução, luxúria e traição. O elenco afiado e a impecável reconstituição de época são o suporte perfeito para a trama conduzida com inteligência e bom gosto pelo diretor inglês Stephen Frears. Um filme requintado e irresistivel
resenha de -http://www.adorocinema.com/filmes/ligacoes-perigosas-2003/ França, anos 60. A bela Madame de Merteuil (Catherine Deneuve) procura se vingar do seu ex-amante, Antoine Gercourt (Andrzej Zulawski), que vai se casar com a jovem e virgem Cécile de Volanges (Leelee Sobieski), que é afilhada dela. Merteuil então procura Sébastien de Valmont (Rupert Everett), seu parceiro de "jogos" que é famoso por sua reputação de ser um Don Juan, para seduzir e engravidar Cécile e destruí-la emocionalmente. Durante sua "missão", Valmont tem seu objetivo desviado quando vai visitar sua tia e se apaixona pela Madame Tourvel (Nastassja Kinski), uma mulher virtuosa e casada que conhece o jeito sedutor dele, o que só torna o desafio mais excitante para Valmont. Juntos Madame de Merteuil e Valmont se tornam uma dupla perigosa, que não se detêm diante de nenhum obstáculo quando o objetivo é atingir um coração.
amei essa trama, chorei para caramba, presta atencao na manipulacao de glen close, destruindo a vida de duas pessoas q mto se amavam
Eu nao gostei do filme, mas veja vc o que acha. Mtos falaram bem dele, mas para mim, nao foi la essas coisas O filme, As Horas, baseia-se no livro de Michael Cunningham, que, por sua vez, se inspirou no romance "Mrs. Dalloway" de Virginia Woolf. O enredo trata da história de três mulheres que carregam em suas vidas muitos sentimentos em comum, como a insatisfação e o fracasso. São retratos de vidas em épocas diferentes, que se entrelaçam através de um livro, "Mrs. Dalloway". É um filme de alma feminina, onde, nos artifícios da trama, outras mulheres se reconhecem no drama existencial de cada uma das personagens, humanizando assim o lado da ficção. Uma mulher que gostaria de ser uma personagem de um romance, uma que o escreve (a própria Virgínia Woolf), outra que o vive. Acompanhamos, dessa forma, um dia na vida dessas três mulheres. São três histórias em espaços temporais distintos, mas intercaladas na narrativa. Virginia Woolf é a escritora do livro, que afastada da vida agitada de Londres por seu marido, a conselho médico, percebe-se a cada dia, mais infeliz e amargurada. A mesma, é retratada na altura em que escreve o livro em questão, onde seus conflitos internos são repassados para a obra, inclusive o suicídio. A segunda mulher é Laura, dona de casa, esposa e mãe. Laura encontra-se desesperada dentro de um casamento onde os sentimentos são artificiais, pois embora viva num ambiente de tranqüilidade e aparente felicidade, se sente vazia e cogita a morte para escapar da realidade da sua vida medíocre; ela está a ler o livro de Virgínia Woolf, o qual reforça sua idéia de evasão e suicídio. A terceira é Clarissa, uma bem sucedida editora, mulher cosmopolita do século XXI, vive um relacionamento lésbico de longa data e se identifica paradoxalmente com Mrs. Dalloway. Tudo o que Clarissa deseja no momento é que sua festa em comemoraçaõ a atribuição de um importante prémio à obra poética de Richard, seu melhor amigo e ex-amante dê certo. Richard encontra-se debilitado pela AIDS e vive fechado em um apartamento frio e sujo. No meio dos preparativos, Clarissa pressente o vazio daquela arrumação fútil e o peso das horas. Uma das cenas iniciais do filme mostra as três mulheres se levantando ao amanhecer, concomitantemente, quando Virgínia escreve, Laura lê e Clarissa fala a mesma frase: "acho que eu mesma vou comprar as flores", e uma outra cena onde vemos o suicídio de Virgínia, retratado de forma simbólica, mas muito forte. Com isso, percebemos que "cria-se logo no início da narrativa de Wollf, um paralelismo entre Celebração e desencanto, festa e morte" (AZEREDO, 2004, p. 30). O desespero das três mulheres vai crescendo com o passar das horas, horas sempre iguais, horas sem nenhuma esperança de mudança, sem nenhuma ansiedade, só a ansiedade provocada pelo nada. Solidão, infelicidade, doença, identidade e realização sexual (nas três tramas as personagens beijam outra mulher na boca), e principalmente a morte. As lutas e sofrimentos vivenciados pelas três mulheres são universais. As horas... os momentos... as decisões que tomamos. Talvez nos encontremos nas situações extremas de cada uma das personagens; cada uma delas lutando para dar um sentido à suas existências e ser simplesmente feliz. Três mulheres presas no tempo e no espaço, nos seus próprios espaços, nas suas vidas. Ao ser levantado o tema da morte, das escolhas, da sexualidade, das decisões, vemos que as personagens descobrem que nem sempre a vida é aquela que esperamos, nem sempre as horas são diferentes. O que são essas horas até perceberem que as perderam para sempre? A emoção limite, que nos leva a tomar decisões e fazer escolhas que modificam a nossa vida para sempre. resenha daqui - http://filmeashoras.weebly.com/sinopse.html
Em três tempos distintos, três mulheres, três vidas, uma conexão. Nos anos 20, a perturbada escritora Virginia Woolf escreveu seu primeiro grande romance A Senhora Dalloway. Duas décadas mais tarde, a dona de casa Laura Brown, repensa toda sua vida e seus desejos enquanto lê o mesmo livro. Na Nova Iorque dos dias de hoje, a editora Clarissa Vaugham concentra toda sua dedicação ao amigo Richard, um poeta por quem é profundamente apaixonada e que está com AIDS, à beira da morte. Assim como no princípio, as sensíveis histórias dessas três mulheres se fundem num desfecho surpreendente.